Então que tenho 34 anos há 7 meses. Ainda estou em uma espécie esquisita de quarentena. Fazendo o que posso com o que tenho. Desesperada em voltar a ser uma andarilha e matar a saudade dos meus lugares favoritos. Às vezes, os dias são extremamente assustadores. Outros são tranquilíssimos ao ponto de eu me perguntar se habito a mesma Terra de todos. Não há um meio-termo, a não ser a mistura desconcertante de dias bons e ruins. E o aprendizado de ter que lidar com eles sem fugir. Dura

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